Oi! Eu sou o Olhinho! 👋 Vou te levar num passeio muito especial...

Bem-vindos ao mundo da visão!

A gente vai descobrir juntos como a visão da sua criança se desenvolve — e como cuidar dela desde o primeiro dia.

Vamos começar!

Eu nasci pequenininho…

Quando o bebê nasce, o Olhinho ainda está aprendendo a enxergar. Dá uma olhada na minha jornada:

0–3 meses
Vejo vultos e luzes…
3–6 meses
Começo a seguir rostos!
6–12 meses
Já reconheço familiares e consigo achar itens preferidos!
1–3 anos
Exploro o mundo todo!
3–7 anos
Minha visão se forma de vez!
Às vezes acontecem coisas comigo que os cuidadores precisam prestar atenção…

Fique de olho 👀

Estrabismo

Um olhinho que "vira" ou desvia pode precisar de atenção especial.

Ambliopia

Conhecida como "olho preguiçoso" — tem hora certa para tratar.

Olho branco na foto

Um reflexo branco no flash pode ser um sinal importante.

Lacrimejamento

Olhinhos sempre molhados podem indicar obstrução da lágrima.

Aproximar objetos

Se a criança cola o rosto na TV ou no livro, vale investigar.

Quanto antes eu for diagnosticado, antes eu serei tratado e feliz! 💚
Essa é a Dra. Patrícia! Ela cuida de mim — e de muitos olhinhos como eu! 💙
Dra. Patrícia Ferraz Mendes

Dra. Patrícia Ferraz Mendes

Oftalmologista Infantil e Adulto · Estrabismo · Oncologia Ocular

Desde 2018, a Dra. Patrícia é coordenadora da equipe de Oftalmologia do Hospital Sabará — referência nacional em saúde infantil — onde acompanha o cuidado das crianças internadas, atende no pronto-socorro e realiza cirurgias de estrabismo e oncologia ocular.

Atende também em clínica própria em Higienópolis (São Paulo) desde 2016, com foco em oftalmopediatria, estrabismo e oncologia ocular — adultos e crianças.

Fez fellowship em Oncologia Ocular pela UNIFESP (2011–2013) e observership no A.C. Camargo Cancer Center. Também é especialista em Estrabismo pela UNIFESP em parceria com o Quarteirão da Saúde de Diadema.

Entre 2013 e 2018, foi orientadora de fellows no Centro de Oncologia Ocular da UNIFESP, formando novos especialistas. Segue em constante atualização: em 2024, se aprofundou em toxina botulínica para estrabismo e em técnicas cirúrgicas de transposição e interlacing.

É membro da Sociedade Pan-Americana de Oncologia Ocular, da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) e do Centro Brasileiro de Estrabismo (CBE), com publicações e palestras em congressos nacionais e internacionais — do SIMASP ao Congresso Brasileiro de Oftalmologia Pediátrica.

Recebeu a Medalha Emyr Soares pelo melhor artigo em catarata infantil e função visual em crianças, publicado na Revista Brasileira de Oftalmologia, além do 1º lugar no Prêmio Dr. José Ricardo Rehder de melhor trabalho científico em estrabismo.

E, acima de tudo… é mãe. É esse olhar — clínico, cirúrgico e materno — que ela traz para cada atendimento. 💛

“Quanto antes eu for tratado, mais esperto eu fico!”
CRM-SP 127100 RQE 31968 UNIFESP · Fellowship Hospital Sabará A.C. Camargo FMABC Soc. Pan-Americana Oncologia Ocular Soc. Brasileira Oftalmologia SBOP CBE

O que ela pode fazer por você

Cuidado especializado em cada etapa da visão da sua criança.

Desenvolvimento Visual

Acompanhamento completo de 0 a 7 anos — a janela crítica da visão.

Estrabismo

Diagnóstico e tratamento clínico ou cirúrgico do desvio ocular.

Ambliopia

Tratamento precoce do olho preguiçoso — dentro da janela terapêutica.

Oncologia Ocular

Retinoblastoma e outros tumores pediátricos — diagnóstico e condução.

Consulta Pediátrica

Atendimento de bebês a adolescentes com olhar acolhedor e técnico.

Alta Complexidade

Casos hospitalares.

Olha só! A Dra. Patrícia também leva conhecimento sobre saúde dos olhinhos para todo mundo! 🎙️

Na mídia 🎙️

Entrevistas, vídeos e matérias com a Dra. Patrícia falando sobre saúde ocular infantil.

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  • Vídeos curtos e didáticos
  • Sinais de alerta nos olhinhos
  • Dicas práticas para o dia a dia
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Guias, alertas e dicas para entender melhor o desenvolvimento da visão infantil e saber o que observar em cada fase.

Oi! Eu sou o Olhinho. 👋 Vou te guiar por esses conteúdos especiais!
Guia

A visão do bebê, mês a mês

Entenda como a visão do seu bebê se desenvolve nos primeiros meses e saiba o que observar em cada fase.

A visão do bebê vai amadurecendo aos poucos. Nos primeiros meses de vida, enxergar também faz parte do desenvolvimento — assim como sorrir, sustentar a cabeça e descobrir o mundo ao redor. Conhecer essas etapas ajuda a família a acompanhar esse processo com mais calma, confiança e atenção.

1 Nos primeiros dias

Nos primeiros dias de vida, o bebê ainda enxerga de forma limitada. Ele costuma perceber melhor rostos, contrastes e objetos mais próximos. O contato visual começa a surgir gradualmente, especialmente durante momentos de cuidado e interação.

2 Entre 1 e 3 meses

Nessa fase, o bebê passa a demonstrar mais interesse por rostos, luzes e movimentos. Aos poucos, pode acompanhar objetos com mais atenção e responder melhor às expressões dos pais e cuidadores.

3 Entre 3 e 6 meses

A coordenação visual evolui bastante. O bebê começa a seguir movimentos com mais precisão, reconhecer melhor as pessoas próximas e se interessar cada vez mais pelo ambiente. É uma fase importante de descoberta visual.

4 Entre 6 e 12 meses

A visão se torna mais integrada ao desenvolvimento motor. O bebê olha com mais intenção, percebe detalhes com maior clareza e usa a visão para explorar brinquedos, pessoas e espaços com mais segurança.

5 Quando observar com atenção

Vale procurar avaliação se o bebê tiver dificuldade persistente para fixar o olhar, pouca resposta visual ao ambiente, olhos que parecem não acompanhar estímulos ou desvio ocular frequente. Quando existe dúvida, observar cedo faz diferença.

Cada bebê tem seu próprio ritmo, mas acompanhar o desenvolvimento da visão desde cedo é uma forma importante de cuidado. Informação, observação e acompanhamento adequado ajudam a família a viver cada fase com mais tranquilidade.

Quer entender melhor o desenvolvimento visual do seu filho?

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Alerta

Olho branco em fotos: quando se preocupar?

Entenda quando esse reflexo pode ser apenas um efeito da foto e quando vale procurar avaliação oftalmológica.

Às vezes, pais e responsáveis percebem que um dos olhos da criança aparece branco em uma foto com flash. Esse reflexo pode acontecer por causa do ângulo, da luz e da posição do olhar. Mas, quando aparece de forma repetida ou chama atenção, merece ser observado com cuidado.

1 O que costuma aparecer nas fotos

Em muitas fotos com flash, o mais comum é surgir um reflexo avermelhado nas pupilas.

2 Quando o reflexo branco merece atenção

Se um dos olhos aparece branco em várias fotos, se isso acontece com frequência ou se o reflexo branco ocupa boa parte da pupila, o ideal é não ignorar.

3 O que pode influenciar a foto

Nem toda foto com reflexo diferente indica um problema. Ângulo da câmera, direção do olhar, luz ambiente e condições da imagem podem interferir no resultado.

4 Quando procurar avaliação

Procure avaliação se o reflexo branco aparecer repetidamente, principalmente em apenas um olho, ou se vier acompanhado de algo diferente no olhar da criança, como desalinhamento ocular ou dificuldade para acompanhar estímulos.

5 O que fazer na prática

Se você notar esse reflexo, vale guardar as fotos e mostrar ao profissional na consulta.

Observar cedo é uma forma importante de cuidado. Nem sempre um reflexo branco em foto significa um problema, mas quando ele aparece de forma repetida, o melhor caminho é investigar com calma, segurança e orientação especializada.

Notou esse sinal mais de uma vez?

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Dicas

Telas e miopia infantil

Pequenos ajustes na rotina podem ajudar a reduzir o esforço visual e incentivar hábitos mais saudáveis para os olhos das crianças.

As telas fazem parte do dia a dia de muitas famílias. O mais importante não é proibir tudo, mas buscar equilíbrio. Atividades de perto em excesso, sem pausas e com pouco tempo ao ar livre, podem sobrecarregar os olhos. Por isso, vale organizar a rotina com alguns cuidados simples.

1 Faça pausas ao longo do uso

Durante telas, leitura e outras tarefas de perto, vale incentivar pausas regulares. Uma boa dica é lembrar a criança de olhar para longe por alguns segundos ao longo da atividade.

2 Mantenha distância e conforto

Quando possível, prefira telas maiores e mantenha o dispositivo a uma distância confortável do rosto. Boa postura, brilho equilibrado e tela bem posicionada também ajudam.

3 Menos tela livre, mais tempo ao ar livre

O tempo fora de casa é um aliado importante. Brincadeiras ao ar livre ajudam a variar o foco e favorecem uma rotina visual mais saudável.

4 Observe sinais de cansaço visual

Se a criança pisca pouco, se aproxima demais da tela, reclama de dor de cabeça, ardor, olhos secos ou visão borrada, vale observar.

5 Organize a rotina de acordo com a idade

Crianças pequenas precisam de limites ainda mais cuidadosos com telas. O importante é equilibrar uso digital, sono adequado, movimento e momentos fora de casa.

A tecnologia pode fazer parte da infância, mas com pausas, distância adequada, tempo ao ar livre e rotina equilibrada, os olhos agradecem. Pequenas mudanças no dia a dia já ajudam bastante.

Quer orientação para cuidar melhor da visão do seu filho?

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Bora preparar a visita ao Olhinho?

Antes de vir, fica aqui um passo a passo pra deixar tudo tranquilinho — pra criança e pra você 💛

Reserve uma hora inteira no dia

A consulta com a Dra. Patrícia pode durar cerca de uma hora — entre conversa, exame e dilatação da pupila. Evite marcar compromissos colados depois, pra que a criança (e você) possa viver tudo com calma.

Dica: deixe um lanchinho e a mochila prontos. Bebês, leve fralda extra e o brinquedo favorito.

Converse com a criança sobre o colírio

Durante a consulta, usamos um colírio para dilatar a pupila — ele arde um pouquinho por alguns segundos, como uma cebola perto do olho. Explicar antes ajuda muito: a criança chega sabendo o que vai acontecer.

Conte assim: "Vamos pingar uma gotinha mágica pro Olhinho ver direitinho como seus olhinhos estão."

Avise a escola ou as atividades do dia

Como a pupila fica dilatada por algumas horas, é melhor que a criança não volte direto para a escola ou para a aula de natação, judô, balé… Avisar a professora antes evita corre-corre depois.

Dica: marque a consulta em um dia mais leve, ou no fim do turno escolar, pra criança descansar em casa depois.

Leve um boné, óculos de sol ou capuz

Depois do colírio, a luz incomoda um pouquinho — a criança pode sentir os olhos mais sensíveis no caminho de volta e durante a tarde. Um boné, óculos escuros ou até o capuz do casaco já ajudam bastante.

O efeito passa naturalmente em algumas horas. Em casa, ambientes com luz mais suave deixam tudo mais confortável.

Vamos marcar? 💌

Foi um passeio e tanto! Agora é hora de cuidar dos olhinhos da sua criança.

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